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Opções para sua vida (ou para sua morte)
por Siglo Investimentos
27 de novembro de 2023

Assista o bate-papo entre o Raony da Melver Educação e o nosso especialista César sobre as melhores opções para garantir para sua família uma transição tranquila em caso de falecimento ou invalidez.

O que faz a Bolsa de Valores movimentar
por Siglo Investimentos
29 de março de 2023

A bolsa de valores é um mercado onde os investidores compram e vendem ações de empresas que são listadas publicamente.

Durante o dia, a bolsa sofre diversas flutuações, onde ela pode subir ou descer devido a uma variedade de fatores. Dentre eles listamos os principais fatores que interferem na flutuação da bolsa:

Se uma empresa apresenta bons resultados financeiros, como um aumento nos lucros, as pessoas tendem a comprar suas ações, fazendo com que seu valor de mercado suba. Enquanto que se a empresa apresenta resultados financeiros ruins, o preço de suas ações tende a cair.

Anúncios de eventos econômicos importantes, como mudanças nas taxas de juros, relatórios de emprego, inflação, políticas governamentais ou notícias sobre a economia global podem afetar a confiança dos investidores e, portanto, afetar o preço das ações.

A bolsa de valores é afetada por mudanças no sentimento do mercado. Quando os investidores estão otimistas sobre o futuro, o preço das ações tende a subir, e quando estão pessimistas, o preço das ações tende a cair.

A compra e venda de ações é influenciada pelo comportamento dos investidores. Por exemplo, se muitos investidores decidem vender suas ações, isso pode levar a uma queda nos preços. Da mesma forma, se muitos investidores decidem comprar ações, isso pode levar a um aumento nos preços.

As atividades de negociação de alta frequência, que envolvem o uso de algoritmos para comprar e vender ações em alta velocidade, podem afetar os preços das ações em curtos períodos de tempo.

É importante lembrar que a bolsa de valores é um mercado volátil e pode flutuar muito em curtos períodos de tempo, mas no longo prazo, as empresas bem administradas e com bons fundamentos financeiros tendem a apresentar um desempenho positivo.

Nova “marcação a mercado” na renda fixa: o que muda para o investidor?
por Siglo Investimentos
22 de março de 2023

A nova regra não altera a rentabilidade dos investimentos, apenas a forma de enxergá-los na carteira.

As instituições distribuidoras de títulos de investimento, incluindo bancos e corretoras, deverão adotar um novo método de cálculo para o preço dos ativos, chamado de “marcação a mercado”. A mudança ocorrerá para que se adequem à nova regra instituída pela Anbima – Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais.

A intenção é refletir melhor o valor atualizado da carteira dos clientes, baseado no valor em que esses papeis estão sendo negociados no mercado: se há queda nos preços, o seu saldo de investimentos cairá; e se houver valorização do título, o seu saldo aumentará.

Mas uma coisa não muda: se você mantiver seus títulos até a sua data de vencimento, receberá o valor correspondente à rentabilidade acordada no momento do investimento, independente das variações do preço do título ao longo da aplicação.

Esse novo mecanismo de atualização de preços é similar ao já aplicado nos títulos públicos adquiridos por meio do Tesouro Direto. Da mesma forma, os fundos de investimento e carteiras administradas também já realizam a “marcação a mercado” de seus títulos de crédito – e, consequentemente, de suas cotas.

Agora, a Anbima ampliou o escopo, incluindo Debêntures, CRAs, CRIs e Títulos Públicos Federais negociados no mercado secundário (ou seja, fora do Tesouro Direto). Ficaram de fora outras aplicações, como CDBs, LCAs e LCIs e FIDCs, por exemplo.

A nova regra é aplicável a pessoas físicas e jurídicas, com exceção às empresas de médio e grande portes. Os investidores qualificados (aqueles que possuem acima de R$ 1 milhão investidos) podem solicitar que seus produtos permaneçam com a metodologia de precificação atual de “marcação na curva”. Vale ressaltar, no entanto, que em caso de venda antecipada as condições aplicáveis serão aquelas vigentes no mercado – assim como já funciona atualmente.

Abaixo, destacamos as principais características da nova regra:

Na prática, o que muda para os investidores?

Apenas a visualização do preço dos títulos, com maior transparência e visibilidade sobre o preço atual dos papeis de renda fixa no mercado, facilitando o gerenciamento de seu patrimônio. A nova regra não irá alterar a rentabilidade dos investimentos, e nem o direito do investidor sobre o título.

A nova “marcação a mercado” da renda fixa deve ajudar a padronizar a comparação do desempenho da carteira de investimentos dos clientes, mesmo que o investidor possua conta em mais de uma instituição.

Adicionalmente, com a atualização frequente dos preços dos papeis, ficará mais fácil a identificação de uma eventual oportunidade de ganho com a venda antecipada do título, ou seja, a venda antes da data de vencimento através do mercado secundário.

Precificação: “Marcação na curva” X “Marcação a mercado”

Atualmente, os títulos de renda fixa são demonstrados na carteira pelo valor de “marcação na curva”, que corresponde ao valor da aquisição do título, atualizado diariamente pelo indexador (por exemplo, inflação ou CDI) e dos juros relativos à remuneração do papel (“taxa de compra”), aproximando o valor visualizado pelo investidor da rentabilidade do papel, se for mantido até o vencimento.

No entanto, este preço de curva não necessariamente reflete o valor de negociação do título no mercado em caso de venda antes da data de vencimento (ou seja, se for negociado no mercado secundário), uma vez que a taxa utilizada para o cálculo do preço do título ao longo do tempo é a taxa de compra (contratada no momento da aquisição), por exemplo, 10% ao ano.

Já na “marcação a mercado” (nova regra), a taxa utilizada para atualização do título é a que estiver sendo negociada no mercado, que costuma se alterar diariamente, direcionadas pela oferta e demanda.

oscilação dos títulos antes do vencimento também é função, além das condições de mercado, do prazo e do indexador: quanto mais longo o prazo (duration), mais sensíveis serão os títulos à marcação a mercado. Em relação aos indexadores, a sensibilidade é maior em prefixados, seguidos de IPCA+. Pós-fixados são os mais seguros e pouco ou nada variam devido à marcação a mercado.

Este modelo é, portanto, mais volátil, podendo apresentar valores acima (com ágio) ou abaixo (com deságio) do que o preço da “marcação na curva” mostraria (veja mais na seção “A importância do mercado secundário”), o que pode munir o investidor de uma informação adicional na tomada de decisão de vender o ativo antes do vencimento, auferindo ganho, ou evitando perdas ao aguardar até o prazo final.

Conforme se aproxima da data de vencimento, o preço do título segue para uma convergência para o mesmo valor em ambas as metodologias. Veja o exemplo simbólico a seguir, de uma LTN com vencimento em janeiro de 2023:

Importante: O preço da “marcação a mercado” é um indicativo do valor de negociação do ativo, e não necessariamente o valor exato que o investidor receberá no caso de venda antes do vencimento, uma vez que pode haver outras variáveis que afetam o preço para cima ou para baixo, como o risco de liquidez imediata do mercado, bem como os custos de transação.

Um pouco mais sobre a nova regra

A Anbima já possui uma metodologia própria para o cálculo da “marcação a mercado”, que abrange cerca de 90% dos ativos negociados no mercado secundário, considerando debêntures, CRIs e CRAs, além de títulos públicos.

No entanto, hoje o uso da metodologia de precificação da Anbima não é obrigatório, podendo a instituição financeira, como a XP, contratar uma empresa precificadora ou até mesmo desenvolver a própria metodologia.

A XP utilizará a Anbima como primeira opção. Em segundo caso a B3 e, por fim, metodologia interna.

A atualização dos preços de referência deve ser feita no mínimo uma vez por mês, podendo a instituição atualizar com maior frequência, se desejar, devendo levar em consideração:

As instituições deverão manter registro atualizado de sua metodologia de apuração da “marcação a mercado” junto à Anbima, de modo a assegurar credibilidade ao processo.

Com a nova regra, como fica a tributação?

A mesma! Não deve haver alteração da tributação por conta da atualização frequente do preço dos títulos. O IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e o IR (Imposto de Renda) permanecem os mesmos.

Entendendo a importância do Mercado Secundário

Na renda fixa, por meio do mercado primário, os emissores de dívida (bancos, empresas, Tesouro Nacional, entre outros) acessam os investidores a fim de vender os seus títulos. No mercado secundário, por sua vez, os investidores conseguem revender os seus títulos a outros investidores através da intermediação de uma corretora, como a XP.

Além de conseguir antecipar o resgate do investimento, no mercado secundário, o investidor consegue acessar diferentes oportunidades, com prazos e taxas variados.

Entre a data de aplicação e o vencimento, o preço unitário (PU) do papel varia diariamente de acordo com as condições de mercado e das taxas de juros, o que pode resultar em ganhos (ágio) ou perdas (deságio). Ao longo do tempo, o preço a mercado converge para a curva conforme se aproxima do prazo final.

O preço a mercado do ativo apresentou valores abaixo da marcação da curva devido a uma tendência de aversão a risco do mercado, a qual se traduz em elevação das taxas de juros e, por consequência, redução dos preços.

Assim, por exemplo, quando o mercado passar a precificar uma alta na curva de juros, possivelmente haverá elevação nas taxas dos títulos públicos. Como consequência, o valor dos papéis recua (o contrário também é verdadeiro).

Recentemente, o mercado secundário de renda fixa brasileiro tem apresentado um aumento no volume médio negociado e a nova regra de marcação dos títulos pode beneficiar esta tendência.

Além disso, é importante ressaltar que a “marcação a mercado” é a metodologia padrão em economias avançadas, como nos Estados Unidos e em toda Europa ocidental. Dessa forma, a nova regulação aproxima o Brasil a padrões internacionais.

Por que a marcação a mercado reduz risco de liquidez?

A “marcação a mercado”, devido a suas vantagens, pode atrair mais investidores e fomentar a liquidez no mercado, uma vez que quanto mais robusto for o mercado secundário de renda fixa, mais facilmente o investidor conseguirá se desfazer se seus títulos. Além disso, com o aumento da circulação, existe uma tendência maior de atração de empresas e instituições a fim de captarem recursos no mercado primário de renda fixa.

Para facilitar o entendimento, podemos comparar com o segmento de automóveis: se um determinado modelo de carro não possuir um mercado de usados robusto, quem comprou um novo e quiser vendê-lo não conseguirá fazer isso com facilidade – possivelmente terá que oferecer um desconto. A situação é diferente para quem compra um veículo novo já sabendo que há um grande mercado de interessados por aquele modelo.

Como mencionado, a marcação a mercado leva transparência e segurança ao investidor ao longo do período de investimento. Com mais informações, o investidor consegue, se assim desejar, acompanhar as condições de mercado e se desfazer do seu ativo de maneira consciente em relação ao seu ágio ou deságio.

Siglo Investimentos promove bate-papo com Henrique Bredda, um dos principais gestores do País
por Siglo Investimentos
5 de março de 2023

Sócio-fundador da Alaska Asset Management e um dos principais gestores de fundos do País, Henrique Bredda é o convidado do Bate-papo com o Gestor, evento online promovido pela Siglo Investimentos, na próxima terça-feira, 6 de abril, às 18h30.

Formado em Engenharia Naval e Oceânica pela Escola Politécnica da USP, Bredda iniciou a carreira em 2002 e passou por instituições como Unibanco, Spinnaker Capital Group, Ashmore Brasil, FVF Participações, VentureStar Capital Management. Além disso, Bredda foi sócio-fundador da Skipper Investimentos, onde atuou como analista e gestor de renda variável de 2010 a 2013. Na Alaska Asset, gestora que ele ajudou a criar em 2015, tem sob sua responsabilidade mais de R$ 4,3 bilhões.

Para participar do bate-papo, basta clicar neste link.

Siglo Premiada no Brazil Advisor Awards
por Siglo Investimentos
28 de fevereiro de 2023

A XP Inc. realizou no último dia 04/08 a 11° edição do Brazil Advisor Awards, evento que premia os melhores assessores e escritórios de todo o país. Nesta edição a Siglo Investimentos foi premiada na categoria Eficiência Operacional.

O selo é dado aos escritórios que são comprometidos na qualidade de atendimento, reconhecido pelos seus clientes através de pesquisas, além de rigorosos processos internos da XP.

Isso demonstra o foco na excelência em tudo aquilo que fazemos para entregar uma experiência única ao nosso cliente.

Fim do investimento de risco?
por Siglo Investimentos
29 de janeiro de 2023

Vimos, nesses primeiros meses do ano, e, especialmente, nas ultimas semanas os ativos de risco perderem muito valor de mercado. Bolsas ao redor do mundo em forte queda, criptomoedas e ativos digitais com preços 70% distante das máximas históricas, o que de fato está acontecendo?

Para entender esse pânico mundial temos que observar o que está acontecendo no mundo e entender suas consequências, por isso hoje vou separar 3 motivos que podem ser responsáveis por tudo isso:

1º GEOPOLÍTICA MUNDIAL EM CRISE
Além da já bastante noticiada Guerra na Ucrânia, vemos outros pontos de tensão no espectro geopolítico mundial. O que hoje é um invasão Russa no país vizinho pode vir a se tornar uma Guerra Mundial caso algum limites territoriais sejam desrespeitados, isso porque muitos vizinhos próximos do conflito são aliados da OTAN e sofrem ameaças constantes da diplomacia Russa sob o pretexto de que a Rússia se sente coagida tendo inimigos com grandes arsenais posicionados nas fronteiras.
Essa situação, caso extrapolada, pode vir a se tornar uma Grande Guerra entre Oriente x Ocidente com a China mais próxima da Rússia e os EUA mais próximo da União Europeia, principalmente através da OTAN.
Outros problemas podem ser agravados com o desenrolar dessa situação: China x Taiwan, conflitos internos no Afeganistão, Venezuela, Cuba, Guerra civil na Etiópia e a questão do acordo nuclear envolvendo o Irã, além da Coréia do Norte que constantemente faz ameaças nucleares.
Portanto o mundo todo vive momentos bastante tensos.

2º INFLAÇÃO MUNDIAL
A quebra de cadeias produtivas na pandemia de 2020 aliado ao aumento das commodities com a Guerra da Ucrânia trouxe uma inflação global principalmente nos combustíveis que acaba refletindo em uma alta geral de preços. Para combater essa inflação vemos os Bancos Centrais se mobilizando para ciclos de altas de juros por todo o mundo, o Brasil foi um dos pioneiros e agora parece ver a inflação começar a recuar.
Porém essa alta dos juros machuca fortemente ativos de risco, principalmente os de caráter mais especulativo e que se sustentam em expectativas futuras de rendimento, como as empresas de tecnologia – Vemos a Nasdaq em queda de 30% no ano ? isso devido ao custo das dívidas destas empresas aumentarem junto com os juros. Investidores veem menos chance de sucesso de empresas altamente alavancadas por esse elevado custo de dívida.

3º ECONOMIAS EM DESACELERAÇÃO
Subidas de juros por todo o mundo transformaram as economias. Até a pandemia e durante ela, vimos muito incentivos à expansão e afrouxamento monetário para estimular o consumo. A realidade agora é totalmente diferente, com governos adotando posições mais duras tentando frear o consumo para controle de preços, tudo isso através de alta juros e indisponibilidade de liquidez pelos bancos centrais.
Além de tudo isso, ainda temos ameaças constantes de novas doenças com potencial pandêmico (H3N8, Varíola dos macacos, além de outras já conhecidas por nós). Podemos ver o exemplo da própria China que está saindo de um lockdown bastante amplo devido a novas ondas de Covid.

A incerteza toma conta dos mercados e uma nova recessão mundial começa a ser temida, e, rapidamente esse temor se transforma em quedas nos valores dos ativos mundiais, onde investidores abandonam posições de risco e migram para renda fixa querendo aproveitar as oportunidades que a alta dos juros trazem, aliado a uma segurança de crédito de grandes economias. E nós como podemos nos beneficiar de tudo isso? Parece difícil, mas hoje o Brasil conta com o maior juro real do mundo, e muitas oportunidades surgem em momentos de medo, conte com a equipe de assessores da Siglo para lhe auxiliar nesse momento e tomar as melhores decisões.

Siglo Talks recebe Vitor Arakaki para tratar do mercado internacional
por Siglo Investimentos
1 de junho de 2022

Bate-papo online ocorre na próxima quinta-feira, 17 de junho, às 18h30

A edição deste mês do Siglo Talks, bate-papo online da Siglo Investimentos, escritório XP em Santa Catarina, recebe Victor Arakaki, responsável pelos negócios do Morgan Stanley Investment Management (MSIM) no Brasil e no Cone Sul. O encontro será na próxima quinta-feira, 17 de junho, às 18h30. Para participar, basta acessar este link.

Com 16 anos de experiência, antes de se juntar ao MSIM, Arakaki exerceu as mesmas responsabilidades no Deutsche Asset Management (DWS), entre 2014 e 2018. Entre 2007 e 2014, ele liderava a distribuição internacional do HSBC Global Asset Management para América Latina. Em paralelo, em ambos DWS e HGAM, Victor era o portfólio specialist dos fundos de renda variável de Brasil e América Latina. Ele possui graduação em economia pela Universidade de São Paulo (USP) e MBA em Finanças pelo INSPER.

Opções para sua vida (ou para sua morte)
por Siglo Investimentos
27 de novembro de 2023

O que faz a Bolsa de Valores movimentar
por Siglo Investimentos
29 de março de 2023

Nova “marcação a mercado” na renda fixa: o que muda para o investidor?
por Siglo Investimentos
22 de março de 2023

Siglo Investimentos promove bate-papo com Henrique Bredda, um dos principais gestores do País
por Siglo Investimentos
5 de março de 2023

Siglo Premiada no Brazil Advisor Awards
por Siglo Investimentos
28 de fevereiro de 2023

Fim do investimento de risco?
por Siglo Investimentos
29 de janeiro de 2023





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